Autonomia da mãe: uma breve análise sobre os direitos da parturiente, humanização do nascer e violência obstétrica

  • Caroline Marsilio Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
  • Fernanda Formolo Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
  • Patrícia Kelly Wilmsen Dalla Santa Spada Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG

Resumo

O parto faz parte dos direitos sexuais e reprodutivos da mulher. A violência obstétrica é a violação destes direitos e inclui relações desumanizadoras que impactam negativamente na qualidade de vida das mulheres. Como oposto ao conceito de violência obstétrica encontramos a humanização enquanto garantia ampla de direitos das mulheres a uma parturição segura, socialmente amparada e prazerosa. Este trabalho analisou brevemente, em literatura, os aspectos do processo de humanização do parto e como isso é capaz de combater diretamente a violência obstétrica, também exaltou-se o poder de escolha das mulheres defendido pelos direitos humanos.

Biografia do Autor

Caroline Marsilio, Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
Graduanda em Enfermagem do Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
Fernanda Formolo, Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
Docente do Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
Patrícia Kelly Wilmsen Dalla Santa Spada, Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
Docente do Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG
Publicado
2018-06-26
Seção
Grupo de Trabalho 4: Saúde e Direitos Humanos na Era das Vulnerabilidades Sociais