QUALIDADE DE VIDA DE IDOSAS SARCOPÊNICAS INSTITUCIONALIZADAS DE CAXIAS DO SUL

  • Carolina Ritter
  • Maria Antonia Pezzi
  • Marilia Rossi Chagas
  • Joana Zanotti

Resumo

O aumento da população idosa mundial é considerado uma vitória da humanidade, porém, ao mesmo tempo, torna-se um desafio quanto à conservação da qualidade de vida e do bem-estar dessa população (Araújo Neto, 2017). Fatores como a falta de tempo, dificuldades culturais e socioeconômicas, redução do tamanho da família, comprometimento da saúde do idoso e da família e carência de cuidador familiar impulsionaram a busca por alternativas de acolhimento à essa população (Fagundes, 2017). À vista disso, ocorreu uma maior demanda por Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), auxiliando aqueles com dificuldades para o exercício de atividades diárias e aos que precisam de cuidados prolongados, assegurando-lhes boa qualidade de vida (Araújo, 2016). Instituída em 2006, a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa preconiza que intervenções de saúde voltadas às pessoas idosas tenham uma abordagem multidisciplinar e multidimensional, promovendo assim não apenas o necessário à subsistência e segurança mas promovendo sua autonomia, independência e relações com o mundo externo, garantindo ao idoso longevidade e qualidade de vida (Fagundes, 2017). Dessa forma, objetivou-se avaliar a qualidade de vida de idosas sarcopênicas institucionalizadas da cidade de Caxias do Sul.

Publicado
2020-12-11