JOINT VENTURES COMO ESTRATÉGIA DE INTERNACIONALIZAÇÃO: BENEFÍCIOS E RISCOS

  • Fabiano Larentis Universidade de Caxias do Sul
  • Gabriel Sperandio Milan Universidade de Caxias do Sul
  • Flávia Camargo Bernardi Faculdade da Serra Gaúcha
  • Deonir De Toni Universidade de Caxias do Sul
Palavras-chave: estratégia, estratégia de internacionalização, joint venture, benefícios e riscos

Resumo

Existem diversas formas de internacionalização que uma empresa pode optar. As empresas brasileiras geralmente iniciam com exportação, por ser a estratégia que exige menor investimento de recursos, menores controles e riscos incorridos. No entanto, há outras estratégias que podem gerar desempenhos superiores, mas que também merecem cuidado e atenção. Uma delas é a joint venture. Sendo assim, este artigo de cunho teórico, abordando primeiramente as formas de internacionalização e as alianças estratégias internacionais, tem por objetivo apresentar os benefícios, riscos e obstáculos às joint ventures. Através de pesquisa bibliográfica, identifica-se que os benefícios, riscos e obstáculos dependem fortemente do interesse de ambas as partes em continuar o relacionamento, da formação de  confiança, dos níveis de conflitos existentes e da estruturação dos contratos como forma de redução do oportunismo. Isso reforça a necessidade de se conhecer efetivamente os parceiros que comporão uma joint venture, assim como a consideração a aspectos tanto estruturais, contratuais quanto comportamentais em seu desenvolvimento. 

Biografia do Autor

Fabiano Larentis, Universidade de Caxias do Sul

Doutor em Administração (Marketing) - UFRGS

Docente do PPGA UCS

Gabriel Sperandio Milan, Universidade de Caxias do Sul

Doutor em Engenharia de Produção (Sistemas de Qualidade) - UFRGS

Docente do PPGA UCS

Flávia Camargo Bernardi, Faculdade da Serra Gaúcha

Mestre em Administração (UCS)

Docente da FSG

Deonir De Toni, Universidade de Caxias do Sul

Doutor em Administração (Marketing) - UFRGS

Docente do PPGA UCS

Publicado
2013-12-16
Seção
Artigos