A INFLUÊNCIA DO IROG NA GESTÃO E MELHORIA CONTÍNUA DOS EQUIPAMENTOS E PROCESSOS: ESTUDO DE CASO EM UMA CÉLULA DE MANUFATURA NA EMPRESA MASTER SISTEMAS AUTOMOTIVOS LTDA.

Maichel Chisté

Resumo


Este trabalho tem como objetivo descrever e analisar a utilização do índice de rendimento operacional global – IROG como forma de gestão e melhoria contínua de equipamentos. O objetivo geral busca uma forma de focalizar a ação de gestão das rotinas e das melhorias, nos pontos críticos do sistema, que são os recursos gargalos e os recursos com capacidade restritiva e também os pontos que geram refugo e retrabalho. O presente trabalho revisa os conceitos do sistema Toyota de produção, bem como seus objetivos descritos por Onho (1997), seus dois principais pilares de sustentação o Just in Time e a autonomação, seguido das seis grandes perdas de Nakajima, - Total Productivity Maintenance (TPM) operação padrão, tipologia de parada e técnicas de coleta de dados para uma melhor acuracidade das informações. Também fizeram parte dessa revisão bibliográfica o desdobramento dos Índices de disponibilidade, performance e qualidade que fazem parte da análise e gestão dos postos de trabalho conforme apresentado por Antunes (2008) os modelos de cálculo segundo Hansen (2006), a diferenciação dos recursos gargalos que utilizam a forma de gestão e cálculo Total Effectiveness Equipment Performance  (TEEP) e os recursos com capacidade restritiva os CCRs que utilizam o cálculo do Overall Equipment Efficiency (OEE). O estudo de caso realizado na indutora 02 na célula do eixo expansor, apresentou melhorias significativas no indicador de IROG, sendo que os resultados obtidos neste equipamento deve-se a melhorias no índice de disponibilidade e performance

 

 


Palavras-chave


IROG. Gargalos. Sistema Toyota de Produção.

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